Natal não é um cliché…

O Natal não é um cliché. Uma redundância repetitiva que acontece para se justificar a espiral do consumismo e da “sagrada” aparência. Pensa-se que quem vê caras, vê almas. De todo. Enfim, é Natal, mais uma vez. A quadra que mais adoro e a que me tem vindo a fazer abrandar, de ano para ano. A publicidade lá vai apelando ao sentimentalismo, aos reencontros, à união familiar, à magia…menos mal. Gosto particularmente disso, das frases inspiradoras que passam mas, sem esquecer o que pretendem vender por detrás de tudo isso. Adoro o Natal, pelo seu espírito, pelas músicas que ouço nas ruas, pelos aromas, pelas luzes, pelos dias e noites serenos, frios, mas felizes. Gosto sobretudo dos afetos. Gosto de viver experiências diferentes e de oferecer a minha presença em momentos, diferentes também. Gosto do verdadeiro espírito de Natal e no que em mim provoca. Tranquilidade. Serenidade. O Natal não é um cliché. O Natal é a quadra mais bonita e mágica do ano. O Natal tem o poder de me encantar e de me fazer sentir todos os anos como uma criança que se deslumbra a cada passo que dá. O Natal é fé, é a aproximação à nossa essência – se o deixarmos – e é aquela Quadra que nos pede paz, muita paz, muita consciência, muito recolhimento. Somos pequenos/as face à grandeza do Natal. Em cada ano, o Natal dá-nos sempre mais uma oportunidade para conseguirmos ser um pouco “maiores” e mais ricos de espírito. Que se faça NATAL.

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