Depressão pós-férias: stress, insatisfação ou ambas?

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Os estudos avançam que, em média, 40% das pessoas que regressam ao trabalho após a pausa das férias, sofre de depressão pós-férias, que se manifesta através de tristeza, cansaço, irritabilidade, alterações do sono e do apetite. De repente, os benefícios terapêuticos das férias, desaparecem num ápice. O nosso organismo abrandou durante as férias e o corpo desenvolve um ritmo novo, mais lento, do qual gosta muito mais. Recarregamos baterias ao nível físico e emocional e é normal que nos mostremos resistentes a acelerar novamente. A situação ainda é mais gravosa no caso das mulheres pois, além do regresso ao trabalho, são confrontadas com o regresso às rotinas domésticas (casa, roupa, refeições, compras, compromissos familiares).

Mas…a questão é: será apenas isso, uma questão de falta de adaptação ao regresso à vida ativa ou será algo mais? Poderá ser uma reação de adaptação, o que não se prolongará no tempo e que pode ser minimizado se se optar por períodos mais curtos de férias e distribuidos ao longo do ano ou simplesmente por, a pouco e pouco, tentarmos introduzir na nossa rotina um tempo para uma caminhada ou para fazer algo que nos agrade.

No entanto, quando o stress é muito intenso e prolongado, pode ser um indicador de descontentamento em relação ao local de trabalho e/ou à própria profissão, obrigando a um balanço e reflexão sérios.

Que tal procurarmos por um livro de autoconhecimento? É um bom princípio. O autoconhecimento é uma ferramenta essencial se quisermos colocarmo-nos internamente em ordem, se nos quisermos alinhar com a nossa essência, com o que nos faz felizes. “Olhar para dentro” é uma viagem ao desconhecido pois cada vez mais as pessoas não se conhecem totalmente a si mesmas e não se conhecendo, não refletindo sobre o que as faz felizes, continuarão “fechadas” à aprendizagem e à transformação e muito, muito distantes da sua essência, da sua missão. Ninguém nasceu para ser infeliz, nem na vida pessoal, nem no trabalho. É preciso desconstruir, partir do zero, para que uma nova pessoa surja, totalmente consciente do que que gosta e do que a completa.

Vale a pena pensar nisto, agora que um novo ano de trabalho começa. Construam a vossa “história”…em qualquer idade. Como já dizia o grande e antigo filósofo grego Sócrates “só sei que nada sei e o facto de saber isso me coloca em vantagem sobre aqueles que acham que sabem alguma coisa”, “conhece-te a ti mesmo e conhecerás todo o universo…”

Sejam felizes. Deixem-se inspirar, deixem-se transformar.

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