De 1870 a 2017, um glamour que permanece

Recordo-me de passar por aquele edifício abandonado, em frente ao lindo jardim das Caldas-da-Rainha (Parque D. Carlos I), e de, apesar do estado de abandono que durante décadas o afetava, admirar a lindíssima fachada e de considerar que, sem sombra de dúvida, deveria ser reconstruido. Felizmente que o foi, em 2011, tendo sido renomeado como Sana Silver Coast

O antigo Grand’ Hotel Lisbonense era frequentado pelo rei D. Carlos I e pela família real, bem como pela elite da época – artistas, escritores e membros da aristocracia, sempre que se deslocavam às Termas das Caldas-da-Rainha. Desta forma, o Grand’ Hotel Lisbonense foi o local privilegiado para os mais importantes eventos culturais da época: bailes, saraus e peças de teatro. O Hotel é, desde a sua origem, um ícone político, social e histórico da cidade. Possui 80 quartos e oito suítes, restaurante, café e bar Lisbonense (por respeito ao património histórico), esplanada e três salas de reuniões com capacidade até 110 pessoas.

Um passado homenageado. Um glamour que foi rebuscado e que junta o passado, presente e futuro.

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