A biologia e as organizações

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Um dos traços mais interessantes do nosso organismo é o facto de as células, tecidos, orgãos, aparelhos e sistemas trabalharem em equipa, por forma a garantirem a eficiência: menor dispêndio de energia para o maior retorno possível. Se gastamos mais energia do que a necessária, algo vai mal. Assim como acontece na empresa. Tanto no corpo como nas organizações, perda de eficiência é perda de rendimento. Quando temos febre, sentimos arrepios de frio, não é? Ora, o que faz uma empresa quando recebe uma encomenda de dimensões fora do normal? Também “treme”. A febre é uma reação normal a uma situação anormal mas a seguir à tremura, deverá vir a racionalidade e os antipiréticos. Assim também o é nas empresas: há que tratar das razões da “tremura”. 

O que o corpo também diz à empresa é que quando o músculo esquelético fica inativo devido a uma fratura, vai atrofiar mas…se se treinar com pesos, o músculo vai aumentar e vai hipertrofiar. O mesmo acontece nas organizações: se os colaboradores não tiverem estímulos, acabam por “definhar” e “empobrecer” mas se tiverem estímulos crescentes, vão beneficiar da hipertrofia.

Vale a pena pensar nisto.

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